A Ninfa fluida em Ana Mendieta

videoperformance e a evanescência corporal

Autores

DOI:

https://doi.org/10.35699/2238-2046.2026.61311

Palavras-chave:

Ana Mendieta, Ninfa Fluida, videoperformance, Butterfly

Resumo

No presente artigo, refletimos sobre a possibilidade do estabelecimento de relações entre a obra Butterfly (1975) de Ana Mendieta e a personagem teórica da Ninfa estudada por Aby Warburg e Didi-Huberman. Observamos que a videoperformance Butterfly apresenta elementos ambíguos engendrados pela noção de presença que se transforma em ausência ou em reafirmação por meio do corpo da artista. Sugerimos, à guisa de hipótese, que,
nessa videoperformance, a figura da Ninfa se constrói por rastros, transitoriedade e pela imagem em movimento em um fluxo que não se apreende por completo. Para tal aproximação dialógica, analisamos aspectos composicionais e simbólicos de Butterfly com o intuito de corroborar a afirmação de Didi-Huberman (2019) de que a figura da Ninfa se faz presente na obra de Ana Mendieta.

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Biografia do Autor

  • Antenor Ferreira Correa, Universidade de Brasília

    Professor da Universidade de Brasília

  • Maiara Martins Gomes, Universidade de Brasília

    Mestre em artes pela Universidade de Brasília

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Publicado

2026-02-02

Edição

Seção

Artigos - Seção aberta

Como Citar

A Ninfa fluida em Ana Mendieta: videoperformance e a evanescência corporal. PÓS: Revista do Programa de Pós-graduação em Artes da EBA/UFMG, Belo Horizonte, v. 15, n. 35, p. 1–24, 2026. DOI: 10.35699/2238-2046.2026.61311. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistapos/article/view/61311. Acesso em: 4 fev. 2026.