We’re Wild Animals

a fantástica transposição da dualidade narrativa de Mr. Fox

Autores

DOI:

https://doi.org/10.35699/2238-2046.2025.59159

Palavras-chave:

Intermidialidade, Transposição midiática, Literatura, Cinema

Resumo

A transposição de uma mídia para outra é um recurso amplamente utilizado entre literatura e cinema. A partir da intermidialidade, entende-se que esse processo envolve reconfigurações de conteúdo e não necessariamente adaptações fiéis. Com isso, este artigo analisa a transposição do romance infantil Fantastic Mr. Fox, de Roald Dahl (1970), para o longa-metragem homônimo, de Wes Anderson (2009), observando mudanças nos efeitos de sentido entre as obras. Baseando-se em Rajewsky (2012a, 2012b) e Ghirardi (2022), nota-se que o filme amplia a narrativa dos personagens. Os níveis de antropomorfização e o sistema imagético ilustram simbolicamente as tensões sociais. Enquanto o romance segue a perspectiva da inocência infantil, o filme oferece dualidade ao englobar uma metáfora da sociedade contemporânea. 

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Biografia do Autor

  • Katleen Hack da Silva, UFPR

    Mestranda em Estudos Literários no programa de pós-graduação da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Graduada em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) 

  • Otto Leopoldo Winck, PUCPR

    Doutor e mestre em Estudos Literários pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Leciona na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e no Programa de Pós-Graduação stricto sensu da Uniandrade, também tem ministrado, há mais de dez anos, oficinas de criação literária. 

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Publicado

2026-03-31

Edição

Seção

Artigos - Seção aberta

Como Citar

We’re Wild Animals: a fantástica transposição da dualidade narrativa de Mr. Fox. PÓS: Revista do Programa de Pós-graduação em Artes da EBA/UFMG, Belo Horizonte, v. 16, n. 36, p. 1–31, 2026. DOI: 10.35699/2238-2046.2025.59159. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistapos/article/view/59159. Acesso em: 2 abr. 2026.