O progressismo militar e a oficialidade reformista do exército: é possível falar em cultura política?

Autores

  • Rafael Saad UERJ

Palavras-chave:

Progressismo militar; Oficialidade reformista; Cultura política.

Resumo

O objetivo deste artigo consiste em verificar a aplicabilidade do conceito de cultura política para analisar o progressismo militar e a oficialidade reformista do Exército. Em virtude das propostas e ideias defendidas por este grupo, é possível observar a sua adesão ao progressismo militar. Partindo da definição apresentada pelo historiador Serge Berstein sobre o conceito de cultura política, desejamos verificar se o progressismo militar e a oficialidade reformista cumprem com os requisitos necessários para que possamos examiná-los de forma frutífera através da referida categoria. Ademais, como forma de melhor investigar os oficiais reformistas utilizaremos como fonte primária o jornal O MILITAR, periódico de autoria destes indivíduos. Para examinar este jornal, empregaremos uma metodologia de análise de fontes impressas. Ao longo da pesquisa foi possível notar a viabilidade de tratar o progressismo militar como sendo uma cultura política e a utilidade de mobilizar este conceito para analisar a trajetória da oficialidade reformista e de seu adepto mais notório, o marechal Floriano Peixoto. 

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Referências

Fontes Primárias

O MILITAR. Rio de Janeiro, 1854-1855 e 1860-1861. Periódico disponível em versão microfilmada na Hemeroteca Digital do Acervo da Fundação Biblioteca Nacional – Brasil.

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Publicado

10-08-2026

Como Citar

SAAD, Rafael. O progressismo militar e a oficialidade reformista do exército: é possível falar em cultura política?. Temporalidades, Belo Horizonte, v. 18, n. 1, p. 1–19, 2026. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/temporalidades/article/view/65157. Acesso em: 13 ago. 2026.