ASSEMBLEIA POPULAR HORIZONTAL DE BELO HORIZONTE: A EXPERIÊNCIA DE UMA CONSTRUÇÃO UTÓPICA DA POLÍTICA

Autores

  • Igor Campos Viana

DOI:

https://doi.org/10.35699/2525-8036.2017.5027

Resumo

Neste artigo, construído a partir de práticas e vivências na Assembleia Popular Horizontal de Belo Horizonte, proponho uma chave de leitura da sua potencialidade profanadora enquanto um possível lateral – utópico - da realidade política da cidade. Dessa forma, através da radicalidade das ideias da construção popular direta e da horizontalidade, eixos orientadores de suas ações, a assembleia apresentou realidades alternativas ao fazer político consagrado na modernidade pelos ideais de representação e de hierarquia. Por trilhas complexas, a APH traçou o seu caminho na história da cidade, ora aproximando-se do poder instituído, dialogando com compreensões habermasianas, ora negando-o por completo, dialogando com compreensões agambenianas da política, mas sempre colocando-se de maneira crítica à realidade, tendo reconhecido nela mesma o seu potencial de emancipação.

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Publicado

2017-07-28

Como Citar

CAMPOS VIANA, I. ASSEMBLEIA POPULAR HORIZONTAL DE BELO HORIZONTE: A EXPERIÊNCIA DE UMA CONSTRUÇÃO UTÓPICA DA POLÍTICA. Revista de Ciências do Estado, [S. l.], v. 2, n. 1, 2017. DOI: 10.35699/2525-8036.2017.5027. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revice/article/view/5027. Acesso em: 22 jan. 2022.

Edição

Seção

Dossiê