Folhinha de Abacate

manifesto da exposição “Arte como jogo de brincar”

Autores

DOI:

https://doi.org/10.35699/2238-2046.2026.60948

Palavras-chave:

Brincar, Jogo, Manifesto, Processo criativo

Resumo

A exposição “Arte como jogo de brincar” foi selecionada pelo edital de ampla concorrência do Centro Cultural da UFMG, realizando-se em fevereiro de 2025, como parte do 19º Festival de Verão da Universidade, e, posteriormente, do 35º Inverno Cultural da UFSJ, tendo lugar no Centro Cultural da UFSJ e concomitantemente na galeria Birot. A exposição consistiu em uma minirrestropectiva minha, contando com obras reunidas sob o entendimento de um fazer artístico que se constrói a partir de jogos de brincar; jogos com obras de outros artistas; jogos entre forma e conteúdo; jogos relacionais com o público etc. Para a mostra, escrevi o presente manifesto, com base no texto de Freud “Escritores criativos e devaneios”, em que procuro discorrer melhor sobre como essa relação com o
brincar se articula no meu pensamento criativo e na minha relação com o meio da arte. O texto também se serve de referências à Nietzsche, Hélio Oiticica, Boris Groys, Duchamp e Platão.

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Referências

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Publicado

2026-02-02

Edição

Seção

Escritos de artistas

Como Citar

Folhinha de Abacate: manifesto da exposição “Arte como jogo de brincar”. PÓS: Revista do Programa de Pós-graduação em Artes da EBA/UFMG, Belo Horizonte, v. 15, n. 35, p. 1–15, 2026. DOI: 10.35699/2238-2046.2026.60948. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistapos/article/view/60948. Acesso em: 4 fev. 2026.