La ciudad como morada expandida
DOI:
https://doi.org/10.35699/2238-2046.2023.45464Palabras clave:
Morada, Ciudad, Deriva, ResignificaciónResumen
Este artículo intenta demostrar cómo la ciudad puede ser aprehendida simbólicamente como una Morada-Expandida, a partir de la experiencia de Deriva y sus desdoblamientos de creación poética. Para esto, se presentan argumentos históricos, filosóficos y psicológicos que tratan la ciudad como un símbolo de refugio, valiéndose del pensamiento poético de Gaston Bachelard sobre la Morada y el análisis psicológico de James Hillman sobre la ciudad. La Deriva situacionista es apropiada como técnica de creación poética,
capaz de romper con el ideal capitalista y hacer surgir en el sujeto otras subjetividades relativas al territorio. Se el hogar es la casa dotada de tres elementos - la memoria, el afecto y la identidad -, la ciudad, al adquirir simbólicamente estos elementos, puede ser percibida como una Morada.
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