Management, assistance and policy challenges for health promotion in the daily practices
DOI:
https://doi.org/10.5935/2316-9389.2012.v16.50310Keywords:
Health Promotion, Unified Health System, Health Management, Health policyAbstract
This study aims at analyzing health promotion policies and their impact on local and district management. It focuses on the daily actions in health promotion in primary healthcare centers. It is a descriptive and exploratory study with a qualitative approach carried out in the municipalities of Belo Horizonte and Contagem, Minas Gerais. Data collection tools included document review and interviews with managers, primary healthcare professionals and users, as well as the following up of health promotion practices recommended by the professionals. Results demonstrate that initiatives for health promotion are incipient and based on conceptions that associate it with the denial of illness. There is a significant gap between definition of policies and the health managers' intentions with regards to health promotion, management practices, care, social participation and services control. Although it is an essential condition for health promotion, intersectional articulation is still incipient and represents a challenge. To conclude, health promotion remains a discontinuous agenda. Strategic intersectional actions that articulate policies, management and professional practices are essential for its implementation.Downloads
References
1. Ceccim RB, Feuerwerker LCM. O quadrilatero da formacao para a area da saude: ensino, gestao, atencao e controle social. Physis. 2004, 14(1):41-65.
2. Feuerwerker LCM. Modelos tecnoassistenciais, gestao e organizacao do trabalho em saude: nada e indiferente no processo de luta para a consolidacao do SUS. Interface Comunic Saude Educ. 2005; 9(18):489-506.
3. Fleury S. O dilema da Reforma Sanitaria Brasileira. In: Berlinguer G, Fleury S, Campos GWS. Reforma Sanitaria – Italia e Brasil. Sao Paulo: Hucitec; 1988. p.195-207.
4. Teixeira SF, organizador. Reforma Sanitaria: em busca de uma teoria. 2a ed. Sao Paulo: Cortez; 1995.
5. Mendes EV. Uma agenda para a saude. Sao Paulo: Hucitec; 1996.
6. Fleury S. Reforma sanitaria brasileira: dilemas entre o instituinte e o instituido. Cienc Saude Coletiva. 2009; 14(3):743-52.
7. Congresso Nacional (BR). Lei 8.080 de 19 de setembrode1990. Dispoe sobreas condicoes parapromocao, protecao e recuperacao da saude, a organizacao e o funcionamento dos servicos correspondentes, e da outras providencias. [Citado em 2010 fev. 01]. Disponivel em: <http://conselho.saude.gov.br/legislacao/lei8080_190990.htm>
8. Conselho Nacional de Saude (BR). Lei 8.142 de 28 de dezembro de 1990. Dispoe sobre a participacao da comunidade na gestao do Sistema Unico de Saude (SUS) e sobre as tranferencias intergovernamentais de recursos financeiros na area da saude e da outras providencias. [Citado em 2010 fev. 01]. Disponivel em: <http://conselho.saude.gov.br/legislacao/lei8142_281290.htm>.
9. Silva AM. Evolucao historica das politicas de saude no Brasil: decadas de 60 a 90. Belo Horizonte: Escola de Enfermagem da UFMG; 1999. 21p. (mimeo)
10. Pires MRGM, Gottems LBD. Analise da gestao do cuidado no Programa de Saude da Familia: referencial teorico-metodologico. Rev Bras Enferm. 2009, 62(2):294-9.
11. Silva KL, Sena RR. Poder, autonomia e responsabilizacao: promocao da saude em espacos sociais da vida cotidiana. Sao Paulo: Hucitec; 2010.
12. Ribeiro PT. A descentralizacao da acao governamental no Brasil dos anos noventa: desafios do ambiente politico-institucional. Cienc Saude Coletiva. 2009, 14(3):819-28.
13.Ministerio da Saude (BR). Promocao da Saude. Carta de Ottawa, Declaracao de Adelaide, Declaracao de Sundsvall, Declaracao de Bogota. Brasilia: Ministerio da Saude; 2001.
14. Caponi S. A saude como abertura ao risco. In: Czeresnia D, Freitas CM, organizadores. Promocao da saude: conceitos, reflexoes, tendencias. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; 2003. p. 55-78.
15. Kessner DM, Kalk C, Singer J. Assesing health quality- a case for tracer. N Engl J Med. 1973; 288:189-94.
16. Hornby P, SymonG. Tracer studies. In: SymonG, Cassell C, editores. Qualitativemethods in organizational research:apractical guide. London: Sage Publications; 1994. p. 167-86.
17. Ludke M, Andre MEDA. Pesquisa em educacao: abordagens qualitativas. Sao Paulo: EDU; 1986.
18. Minayo MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saude. 10a ed. Sao Paulo: Hucitec; 2007.
19. Souza FGM, Terra MG, Erdmann AL. Organizacao dos servicos de saude na perspectiva da intersetorialidade: limites e possibilidades da pratica integralizadora. OBJN. 2005; 4(3):1-6.
20. Buss PM, Carvalho AI. Desenvolvimento da promocao da saude no Brasil nos ultimos vinte anos (1988-2008) Cienc Saude Coletiva. 2009; 14(6):2305-16.
21. Horta NC, Sena RR, Silva MEO, Tavares TS, Caldeira IM. A pratica de grupos como acao de promocao da saude na estrategia saude da familia. Rev APS. 2009; 12(3):293-301.
22. Silveira MR, Sena RR, Oliveira SR. O processo de trabalho das equipes de saude da familia: implicacoes para a promocao da saude. REME Rev Min Enferm. 2011, 15(2):196-201.
23. Ministerio da Saude (BR). Politica Nacional de Praticas Integrativas e Complementares no SUS – PNPIC-SUS. Brasilia: Ministerio da Saude; 2006.
24. Tesser CD, Barros NF. Medicalizacao social e medicina alternativa e complementar: pluralizacao terapeutica do Sistema Unico de Saude. Rev Saude Publica. 2008, 42(5):914-20.
25. Tesser CD. Praticas complementares, racionalidades medicas e promocao da saude: contribuicoes pouco exploradas. Cad Saude Publica. 2009, 25(8):1732-42.
26. Moyses SJ, Moyses ST, Krempel MC. Avaliando o processo de construcao de politicas publicas de promocao de saude: a experiencia de Curitiba. Cienc Saude Coletiva. 2004; 9(3):627-41.
27. Ministerio da Saude (BR). Politica Nacional de Promocao da Saude. 2a ed. Brasilia: Ministerio da Saude; 2007.
28. Turci MA, organizador. Avancos e desafios na organizacao da atencao de saude em Belo Horizonte. Belo Horizonte: HMP Comunicacao; 2008.
29. Akerman M, Mendes R, Bogus CM. E possivel avaliar um imperativo etico? Cienc Saude Coletiva. 2004; 9(3):605-15.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2012 Reme: Revista Mineira de Enfermagem

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.


































