La crisis de representatividad en el Estado de Derecho
fragmentación axiológica y la pérdida del valor del Outro
DOI:
https://doi.org/10.35699/2525-8036.2026.58709Palabras clave:
Estado de Derecho, Filosofía del Estado, Diferencia, Crisis, ValoresResumen
Este trabajo macrofilosófico e interdisciplinar articula el pensamiento de diversos autores para abordar la crisis de representatividad en los Estados de Derecho occidentales vinculándola a una crisis cultural-axiológica. Identifica el extremismo como forma de vida (Ortega y Gasset) y el nihilismo incompleto (Giovanni Reale/Nietzsche) como síntomas: los individuos adoptan valores radicalizados como máscaras identitarias, negando la unidad axiológica que se realiza en el Estado. La proliferación de grupos homogéneos ("masas particulares") anula la diferencia e imposibilita el diálogo, corroyendo la unidad cultural necesaria para la representación política. Son paradigmáticas las visiones negativas del Estado (como el "Estado evanescente" o las perspectivas marxianas), que lo reducen a mero instrumento faccional, traicionando su función ética como espacio de dialéctica de valores, Libertad, y síntesis cultural. Proponemos rescatar el Estado de Derecho como realización de la Libertad-en-la-Diferencia (Hegel), criticando la privatización de lo público y la polarización maniquea. Nuestra fórmula – "Iguales para ser Libres, y Libres para ser Diferentes" – defiende una jerarquía de fines ético-axiológicos y una representación auténtica como antídotos, mediados por el Estado de Derecho
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