Memórias do barro
DOI:
https://doi.org/10.35699/2238-2046.2026.59006Palavras-chave:
tempo e memória, afeto, prática artística, barro, cerâmicaResumo
O ensaio provém das atividades desenvolvidas no Programa de Pós-Graduação em Artes (IA/Unesp), na disciplina “Contar histórias e caminhar com ancestrais: a cerâmica e suas contribuições para o pensamento decolonial”, da linha de pesquisa de Processos e Procedimentos Artísticos. As aulas tinham como proposta relacionar as práticas com o barro, a partir dos afetos e das memórias dos participantes. Assim, as criações se voltavam
para a busca dos sentimentos mais profundos e significativos, afetivamente. O Infinito foi pensado a partir de um relógio de pulso de um pai que já não está mais entre nós, mas que, no momento de sua morte, seu relógio parou. Este objeto/artefato fez parte de um jogo de memória tátil (apalpá-lo e descrevê-lo de olhos fechados e o dono deveria acusarse a partir das interpretações de um colega). Dividimos o ensaio em duas partes: a primeira é a chegada à sala de aula e o fazer afetivo; a segunda apresenta a Joana D’Barro, a mãe que recebeu nossos pedidos em suas chamas. Joana D’Barro é um forno que ilustra o processo de queima das peças, não para consumir, mas para dar durabilidade, retendo um pouco mais a memória das criações.
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