Experiencias y red de apoyo de estudiantes de Enfermería durante el período de infección por SARS-CoV-2
DOI:
https://doi.org/10.35699/2316-9389.2024.46288Palabras clave:
Estudiantes de Enfermería, SARS-CoV-2, Red Social, Infecciones por Coronavirus, Universidades, Teoría de EnfermeríaResumen
Objetivo: comprender cómo los estudiantes de Enfermería percibieron la actuación de la red de apoyo frente a la experiencia con la infección por SARS-CoV-2. Método: estudio descriptivo, de enfoque cualitativo. Los datos se recopilaron entre noviembre de 2021 y mayo de 2022, mediante entrevistas remotas y presenciales, grabadas en audio con 15 estudiantes, seleccionadas por conveniencia. Los datos se sometieron a análisis de contenido, modalidad temática, e interpretados a la luz del modelo de adaptación de Roy. Resultados: las participantes fueron todas mujeres, quienes, durante el período de infección por SARS-CoV-2, experimentaron diferentes necesidades, que llevaron a tres modos adaptativos: fisiológico, función en la vida real e interdependencia. La red informal (familiares, amigos, vecinos y miembros de la iglesia) ofreció apoyo instrumental, informativo, emocional y espiritual, principalmente por teléfono y aplicaciones de mensajería. El apoyo de la red formal (servicios y profesionales de la salud) fue percibido como insuficiente y, en ocasiones, deshumano. Conclusión: la familia, incluso a distancia, constituyó la principal fuente de apoyo. La actuación del sistema de salud se limitó a una asistencia puntual y a proporcionar orientaciones sobre cuidados, siendo considerada insuficiente en algunas situaciones.
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