Educação profissional em enfermagem:

necessidades, desafios e direções

Autores

  • Juliana Cristina Lessmann Universidade Federal de Santa Catariana - UFSC, Núcleo de Estudos e Assistência em Enfermagem e Saúde às Pessoas com Doenças Crônicas - NUCRON. Florianópolis, SC - Brasil
  • Gabriela Marcellino de Melo Lanzoni Universidade Federal de Santa Catariana - UFSC, Departamento de Enfermagem, Grupo de Estudos e Pesquisas em Administração de Enfermagem e Saúde. Florianópolis, SC - Brasil
  • Edilmara Gubert Universidade Federal de Santa Catariana - UFSC, Departamento de Enfermagem, Grupo de Estudos e Pesquisas em Administração de Enfermagem e Saúde. Florianópolis, SC - Brasil
  • Paula Xavier Gums Mendes Universidade Federal de Santa Catariana - UFSC, Departamento de Enfermagem, Núcleo de Pesquisa e Estudos sobre Enfermagem, Quotidiano, Imaginário e Saúde de Santa Catarina. Florianópolis, SC - Brasil
  • Marta Lenise do Prado Universidade Federal de Santa Catariana - UFSC, Departamento de Enfermagem. Florianópolis, SC - Brasil
  • Vânia Marli Backes Universidade Federal de Santa Catariana - UFSC, Departamento de Enfermagem. Florianópolis, SC - Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5935/2316-9389.2012.v16.50333

Palavras-chave:

Enfermagem, Educação Profissionalizante, Educação em Enfermagem, Pesquisa em Educação de Enfermagem

Resumo

A educação profissional reveste-se de importância como elemento estratégico para a construção da cidadania e do fortalecimento das bases profissionais da enfermagem diante das novas demandas da profissão. Trata-se de um estudo com abordagem qualitativa, tendo como objetivo realizar uma revisão integrativa de literatura das pesquisas desenvolvidas no período entre 1998 e 2008 sobre educação profissional em enfermagem, evidenciando e discutindo os direcionamentos para a prática. Das publicações selecionadas, foram evidenciadas três temáticas: "Educação profissional como necessidade", "Educação profissional como desafio" e "Rumos para a educação profissional em enfermagem". As publicações apontam que a enfermagem vivencia as demandas de transformação profissional, porém existem enfrentamentos relacionados à integração entre o saber e o fazer com a aproximação da ciência, das aptidões práticas e das vivências empíricas, em que a educação se torna cotidiana e transformadora da atuação profissional.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Referências

1. Lanzoni GMM, Lessmann JC, Sousa FGM, Erdmann AL, Meirelles BHS. Interações no ambiente de cuidado: explorando publicações de

enfermagem. Rev Bras Enferm. 2011; 64(3): 580-6.

2. Amestoy SC, Schveitzer MC, Meirelles BHS, Backes VMS, Erdmann AL. Paralelo entre educação permanente em saúde e administração complexa. Rev Gaúcha Enferm. 2010; 31(2):383-7.

3. Montanha D, Peduzzi M. Educação permanente em enfermagem: levantamento de necessidades e resultados esperados segundo a concepção dos trabalhadores. Rev Esc Enferm USP. 2010; 44(3):597-604.

4. Silva MJ, Sousa EM, Freitas CL. Formação em enfermagem: interface entre as diretrizes curriculares e os conteúdos de atenção básica. Rev Bras Enferm. 2011;64(2):315-21.

5. Cyrino EG, Toralles-Pereira ML. Trabalhando com estratégias de ensino-aprendizado por descoberta na área da saúde: a problematização e a aprendizagem baseada em problemas. Cad Saúde Pública. 2004; 20(3):780-8.

6. Ito EE, Peres AM, Takahashi RT, Leite MMJ. O ensino de enfermagem e as diretrizes curriculares nacionais: utopia x realidade. Rev Esc Enferm USP. 2006; 40(4):570-5.

7. Brasil. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e dá providências. Diário Oficial da União 23 dez 1996; Seção1: 27839.

8. Delors J, editor. Educação: um tesouro a descobrir. Brasília: UNESCO; 2010.

9. Gubert E, Prado ML. Desafios na prática pedagógica na educação profissional em enfermagem. Rev Eletrônica Enferm. 2011; 13(2):285-95

10. Confederação Nacional das Indústrias (CNI). Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE). Pesquisa CNI – IBOPE: retratos da sociedade brasileira: segurança pública. Brasília: CNI; 2011.

11. Fernandes MCP, Backes VMS. Educação em saúde: perspectivas de uma equipe da estratégia da saúde da família sob a ótica de Paulo Freire. Rev Bras Enferm. 2010; 63(4):567-73.

12. Ganong LH. Integrative reviews of nursing research. Res Nurs Health. 1987; 10(1):1-11.

13. Silveira R, Corrêa AK. Análise integrativa da literatura (1999-2003): ensino em educação profissional em enfermagem. Rev Enferm UERJ. 2005; 13:91-6.

14. Zungolo EH. Nursing and academic mergers of the health sciences: a critique. Nurs Outlook. 2003; 51(2):52-8.

15. Fernández BN, Tait MCF. Nuevo modelo pedagógico de enfermería: un gran reto. Rev Cubana Enferm. 2006 Dez; 22(4). [Citado em: 2010 jun.14] Disponível em: <http://scielo.sld.cu/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0864-03192006000400002&lng=es>.

16. Ministério da Saúde (BR). Portaria nº 1.996, de 20 de agosto de 2007. Diretrizes para a implementação da política nacional de educação permanente em saúde, e dá outras providências. Diário Oficial da União; 22 ago 2007.

17. Divino EA, Pereira QLC, Siqueira HCH. A capacitação da equipe que atua no atendimento pré-hospitalar móvel: necessidade e importância da educação permanente na perspectiva dos trabalhadores. REME -Rev Min Enferm.2009; 13(3):365-71.

18. Flor RC, Gelbcke FL. Tecnologias emissoras de radiação ionizante e a necessidade de educação permanente para uma práxis segura da enfermagem radiológica. REME - Rev Bras Enferm. 2009; 62(5):766-70.

19. Bassinello GAH, Silva EM. Perfil dos professores de ensino médio profissionalizante em enfermagem. Rev Enferm UERJ. 2005; 3(1):76-82.

20. Zelmer ACL, Stewart SM. Computers in the faculty of health science: 5 years on. Int J Med Inform. 1998; 50(1):133-7.

21. Morin E. A cabeça bem feita. 17ª ed. Rio de Janeiro (RJ): Bertrand Brasil; 2010.

22. Mercado-Martínez FJ, Gutiérrez-Enríquez SO, Terán-Figueroa Y. Plataforma de investigación en salud: una experiencia de formación participativa en una universidad mexicana. Texto Contexto Enferm. 2007; 16(4):753-61.

23. Zerbetto SR, Pereira MAO. O ensino de saúde mental e psiquiatria nos cursos técnicos de enfermagem. REME - Rev Min Enferm. 2009; 13(3):358-64.

24. Silva VR, Silva MG, Santos LBO. Proposta pedagógica do PROFAE na perspectiva dos enfermeiros instrutores. Rev Bras Enferm. 2005;

58(3):284-9.

25. Alves RHK, Cogo ALP. Vivência de estudantes de licenciatura em enfermagem em disciplina na modalidade à distância. Rev Gaucha Enferm; 2008 Dez; 29(4):626-32.

26. Kobayashi RM, Frias MAE, Leite MMJ. Caracterização das publicações sobre a educação profissional de enfermagem no Brasil. Rev Esc Enf USP. 2001; 35(1):72-9.

27. Baraldi IS, Car MR. O sentido do trabalho em um projeto de formação de profissionais de enfermagem. Rev Esc Enferm USP. 2006; 40(4):555-62.

28. Mata LRF, Madeira ANF. Análise da produção científica sobre educação profissionalizante da enfermagem brasileira: uma revisão integrativa. REME - Rev Min Enferm. 2010; 14(3):424-33

29. Okane ESH, Takahashi RT. O estudo dirigido como estratégia de ensino na educação profissional em enfermagem. Rev Esc Enferm USP. 2006; 40(2):160-9.

30. Millard S. Creative partnering in perioperative education. AORN J. 2001; 74(3):385-8.

31. Madera EP, Miranda L, García CT. Imagen del estudiante de la especialidad de enfermería en Cuba. Rev Cubana Enferm. 1998; 14(3):161-7.

Downloads

Publicado

01-03-2012

Edição

Seção

Pesquisa

Como Citar

1.
Lessmann JC, Lanzoni GM de M, Gubert E, Mendes PXG, Prado ML do, Backes VM. Educação profissional em enfermagem:: necessidades, desafios e direções. REME Rev Min Enferm. [Internet]. 1º de março de 2012 [citado 9º de junho de 2026];16(1). Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/reme/article/view/50333

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)

1 2 > >>