Health promotion and intersectionality:

a process under construction

Authors

  • Bruna Knob Pinto Universidade Federal de Pelotas – UFPel, Faculdade de Enfermagem – FEN, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Núcleo de Condições Crônicas e suas Interfaces - Nuccrin. Pelotas, RS – Brasil. Enfermeira, Mestranda, Bolsistade Demanda Social da CAPES.
  • Deisi Cardoso Soares Universidade Federal de Pelotas – UFPel, Faculdade de Enfermagem – FEN. Pelotas, RS – Brasil. Enfermeira, Mestre em Enfermagem, Professora Assistente.
  • Diana Cecagno Universidade Federal de Pelotas – UFPel, Faculdade de Enfermagem – FEN. Pelotas, RS – Brasil. Enfermeira, Mestre em Enfermagem, Professora Assistente.
  • Rosani Manfrin Muniz Universidade Federal de Pelotas – UFPel, Faculdade de Enfermagem – FEN, Núcleo de Condições Crônicas e suas Interfaces - Nuccrin. Pelotas, RS – Brasil. Enfermeira, Doutora em Enfermagem, Professora Adjunta.

DOI:

https://doi.org/10.5935/2316-9389.2012.v16.50280

Keywords:

Health Promotion, Intersectional Action, Family Health

Abstract

The aim of the present study is to evaluate the way Family Health Strategy (in Portuguese, Estratégia de Saúde da Família-ESF) professionals understand the concepts of health promotion and intersectionality. It is a qualitative exploratory descriptive study conducted with two ESF teams (8 individuals) from rural and urban areas between August and September 2010. Health promotion was considered as a series of actions developed by health education and aiming at preventing illnesses and at empowering the population. "Intersectionality" was cited in different occasions, but the concept was not fully used as most actions were planned by a single sector to be implemented on another. The use of such concepts helps the health professionals to face their uncertainties and fears, and sheds light on old challenges.

Downloads

Download data is not yet available.

References

1. Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Atenção Básica e a Saúde da Família. [Citado 2011 ago. 11]. Disponível em: <http://dab.saude.gov.br/atencaobasica.php>.

2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. 4ª ed. Brasília: Ministério da Saúde; 2007. 68 p.

3. Organização Pan-Americana da Saúde. Carta de Ottawa, Canadá, 1986. [Citado 2011 ago. 24]. Disponível em: <http://www.opas.org.br/promocao/uploadArq/Ottawa.pdf>.

4. Organization World Health. Health Promotion Evaluation: recommendations to policymakers. Regional Office for Europe. Copenhagen: WHO; 1998.

5. Cunha RR, Pereira LS, Gonçalves ASR, Santos EKA, Radünz V, Heidemann ITSB. Promoção da saúde no contexto paroara: possibilidade de cuidado de enfermagem. Texto Contexto Enferm. 2009; 18(1):170-6.

6. Brasil. Ministério da Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde; 2006. 60 p.

7. Moyses SJ, Moyses ST, Krempel MC. Avaliando o processo de construção de políticas públicas de promoção de saúde: a experiência de Curitiba. Ciênc Saúde Coletiva. 2004; 9(3):627-41.

8. Paula KA, Palha PF, Protti ST. Intersetorialidade: uma vivência prática ou um desafio a ser conquistado? O Discurso do Sujeito Coletivo dos enfermeiros nos núcleos de Saúde da Família do Distrito Oeste – Ribeirão Preto. Interface (Botucatu). 2004; 8(15): 331-48.

9. Minayo MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 10ª ed. São Paulo: Hucitec; 2007. 244p.

10. Turato ER. Métodos qualitativos e quantitativos na área da saúde: definições, diferenças e seus objetivos de pesquisa. Rev Saúde Pública. 2005; 39(3):507-14.

11. Wimmer GF, Figueiredo GO. Ação coletiva para qualidade de vida: autonomia, transdisciplinaridade e intersetorialidade. Ciênc Saúde

Coletiva. 2006; 11(1):145-54.

12. Verdi M, Caponi S. Reflexões sobre a promoção da saúde numa perspectiva bioética. Texto Contexto Enferm.. 2005; 14(1):82-8.

13. Sicoli JL, Nascimento PR. Promoção de saúde: concepções, princípios e operacionalização. Interface (Botucatu). 2003; 7(12): 101-22.

14. Colomé JS, Oliveira DLLC. A educação em saúde na perspectivas de graduandos de enfermagem. Rev Gaúcha Enferm. 2008; 28(3):347-53.

15. Comerlatto D, Matiello A, Colliselli L, Renk EC, Kleba ME. Gestão de políticas públicas e intersetorialidade: diálogo e construções essenciais para os conselhos municipais. Rev Katálysis. 2007; 10(2):265-71.

16. Junqueira LAP. Descentralização, intersetorialidade e rede como estratégias de gestão da cidade. Rev FEA-PUC-SP. 1999; 1:57-72.

17. Campos GWS. Um método para análise e co-gestão de coletivos. São Paulo: HUCITEC; 2000.

18. Junqueira LAP. A gestão intersetorial das políticas sociais e o terceiro setor. Saúde Soc. 2004; 13(1): 25-36.

19. Torres SJ. Globalização e interdisciplinaridade: o currículo integrado. Porto Alegre: Artmed; 1998.

20. Erdmann AL, Schlindwein BH, Sousa FGM. A produção do conhecimento: diálogo entre os diferentes saberes. Rev Bras Enferm. 2006;

59(4):560-4.

21. Buss PM. Promoção da saúde e qualidade de vida. Ciênc Saúde Coletiva. 2002; 5(1): 163-77.

22. Sousa MF. O Programa Saúde da Família no Brasil: análise do acesso à atenção básica. Rev Bras Enferm. 2008; 61(2):153-8.

23. Westphal MF, Mendes R. Cidade saudável: uma experiência de interdisciplinaridade e intersetorialidade. Rev Adm Pública. 2000; 34(6):47-61.

24. Takahashi RF, Oliveira MAC. A visita domiciliária no contexto da saúde da família. In: Brasil. Ministério da Saúde. Programa de Saúde da Família: manual de enfermagem. São Paulo: MS; 2001. p. 43-6.

25. Sakata KN, Almeida MCP, Alvarenga AM, Craco PF, Pereira MJB. Concepções da equipe de saúde da família sobre as visitas domiciliares. Rev Bras Enferm. 2007; 6:659-64.

Published

2012-12-01

Issue

Section

Research

How to Cite

1.
Pinto BK, Soares DC, Cecagno D, Muniz RM. Health promotion and intersectionality:: a process under construction. REME Rev Min Enferm. [Internet]. 2012 Dec. 1 [cited 2026 Oct. 18];16(4). Available from: https://periodicos.ufmg.br/index.php/reme/article/view/50280

Most read articles by the same author(s)