¿Debe la moralidad someterse a la técnica?
Una perspectiva kantiana de la cuestión
DOI:
https://doi.org/10.35699/2525-8036.2026.63137Palabras clave:
Estado ético, Immanuel Kant, Filosofía moral, Filosofía de la técnicaResumen
El desarrollo de las técnicas ha convertido la producción y la eficiencia en los criterios últimos de evaluación de la acción humana, transformando al ser humano en un recurso que debe ser gestionado conforme a las leyes del mercado, y haciendo que los fines del Estado dejen de ser la realización de derechos fundamentales para convertirse en la generación de efectos económicos que vulneran derechos sociales y adquiridos. A la luz de la filosofía kantiana, se sostiene que la moral contiene un principio absoluto no condicionado por la experiencia ni por circunstancias particulares. Dado que dicha regla constituye una ley práctica universal que regula toda acción humana y de la cual derivan todos los demás principios, se argumenta que la acción política debe orientarse según máximas morales, y no técnicas, y que un Estado legítimo es aquel en el que la moralidad, positivizada en el Derecho, constituye la causa y el fin de su actuación.
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