Digestibilidade in vitro de resíduos da bananicultura

Autores

  • Sarah Silva Santos
  • André da Cunha Peixoto Vitor
  • Tânia Dayana do Carmo
  • Sérgio Murilo Duarte
  • Sarah Souza de Freitas
  • Luciana Castro Geraseev

Palavras-chave:

Musa spp. Fibra. Coprodutos.

Resumo

Objetivou-se avaliar a digestibilidade in vitro da matéria seca (MS) e fibra em detergente neutro (FDN) do feno de resíduos da bananicultura. Os trata­mentos consistiram em: feno Cynodon spp., feno da folha e pseudocaule de bananeira distribuídos em delineamento inteiramente casualizado com cinco repetições em triplicada para cada repetição. Os resíduos utilizados foram coletados nas dependências do Instituto de Ciências Agrárias e encaminha­dos ao laboratório de bromatologia dessa instituição para análise química bromatológica. Para determinação da digestibilidade in vitro foi utilizada a técnica de dois estágios com uso da incubadora in vitro da Tecnal® (TE-150). No primeiro estágio adicionou-se inoculo ruminal a solução tampão McDougall, com posterior incubação por 48 horas. No segundo estágio adicionou-se 8 gramas de pepsina e 40 ml de HCL 6N a cada jarro por mais 24 horas. O feno do pseudocaule de bananeira apresentou maior digestibilidade da MS (79,8%) ao passo que, para feno da folha apresentou menor digestibilida­de da MS (57,8%). A menor DMS observada para FFB pode estar relacionada à composição bromatológica desse material que apresentou maior teor de lignina e menor fração de CNF. Já que para FPB observou-se menor teor de lignina e maior fração CNF em relação aos demais volumosos estudados. Quanto a digestibilidade da fração fibrosa, o feno da folha apresentou digesti­bilidade da FDN superior (22,7%). A menor digestibilidade da FDN encontrada para FPB (22,4%) pode estar relacionada à menor fração proteica observada nesse resíduo.

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Publicado

2015-12-02

Como Citar

Santos, S. S., Vitor, A. da C. P., Carmo, T. D. do, Duarte, S. M., Freitas, S. S. de, & Geraseev, L. C. (2015). Digestibilidade in vitro de resíduos da bananicultura. Caderno De Ciências Agrárias, 7, 51–55. Recuperado de https://periodicos.ufmg.br/index.php/ccaufmg/article/view/2857
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