Dispositivo intravascular periférico curto mais seguro para infusão de quimioterápicos antineoplásticos vesicantes

o que a literatura diz

Autores

  • Cláudia Denísia de Brito Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Hospital das Clinicas, Ambulatorio de Quimioterapia. Belo Horizonte, MG - Brasil. Enfermeira, Especialista em Assistência de Enfermagem ao Portador de Lesao Cutanea e Enfermagem Hospitalar, area oncologia.
  • Elenice Dias Ribeiro de Paula Lima Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Escola de Enfermagem, Departamento de Enfermagem Básica. Belo Horizonte, MG - Brasil. Doutora, Professora.

DOI:

https://doi.org/10.5935/2316-9389.2012.v16.50322

Palavras-chave:

Dispositivo Intravenoso Periférico, Extravasamento, Antineoplásicos Vesicantes

Resumo

Trata-se de uma revisão sistemática da literatura sobre a indicação do dispositivo intravenoso periférico curto que ofereça maior segurança ao paciente em tratamento quimioterápico. O objetivo é a prevenção da ocorrência de extravasamento, principalmente, de drogas antineoplásticas vesicantes. O extravasamento poderá tornar-se mais um agravante ao paciente oncológico que, geralmente já se encontra rodeado por efeitos colaterais decorrentes do tratamento. Foi observado que não há consenso entre os autores quanto a indicação do dispositivo mais seguro para tal finalidade e conclui-se que vários fatores devem ser considerados para a escolha do mesmo.

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Referências

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Publicado

01-06-2012

Edição

Seção

Revisão Teorica

Como Citar

1.
Brito CD de, Lima EDR de P. Dispositivo intravascular periférico curto mais seguro para infusão de quimioterápicos antineoplásticos vesicantes: o que a literatura diz. REME Rev Min Enferm. [Internet]. 1º de junho de 2012 [citado 9º de agosto de 2026];16(2). Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/reme/article/view/50322

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